Jornada 44 h → 42 h → 40 h · 6x1 → 5x2

Calculadora 6x1

Quanto o fim da escala 6x1 vai custar para a sua empresa. Preencha os dados da equipe, compare contratar, pagar hora extra ou absorver, e veja quanto precisaria subir o preço.

Dados da empresa

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Vale-transporte, vale-refeição e outros, por mês.

Qual fase da mudança simular?

A jornada cai em duas fases. Os valores sempre comparam com a situação de hoje (44 h, escala 6x1), então a fase 2 já mostra o custo total, não só o que falta depois da fase 1.

Como funciona a sua operação

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Mostra o impacto em porcentagem e quanto repassar no preço. Os valores já preenchidos são um exemplo.

Ajustar premissas
% sobre o salário
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Encargos incluem FGTS, 13º, férias com 1/3 e provisões. No regime normal entra o INSS patronal e no MEI são 3% de INSS e 8% de FGTS. São estimativas: confirme com o seu contador.

Custo extra por mês, no caminho mais barato que mantém a operação

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    Três caminhos

      Repasse no preço

      Enviar no WhatsApp

      Leve no celular

      Instale a calculadora na tela inicial e abra como um aplicativo, sem digitar o endereço de novo.

      iPhone: toque em Compartilhar e depois em “Adicionar à Tela de Início”. Android: abra o menu do navegador e toque em “Instalar app”.

      Estimativa para planejamento, não é consultoria jurídica nem contábil. Segue a PEC 221/2019, aprovada no Senado em 14/10/2026: 42 h semanais dois meses após a publicação e 40 h doze meses depois, com duas folgas por semana. Exceções por setor, regras para pequenas empresas e convenções coletivas dependem de lei posterior e podem mudar o cálculo: confira o texto publicado.

      Cálculo: a hora extra usa o salário dividido pelas horas do mês da fase (210 h na fase 1, 200 h na fase 2), com o adicional e os encargos escolhidos. Contratar considera pessoas inteiras (arredonda para cima). Absorver não muda a folha, mas reduz a capacidade de atendimento.

      Como usar a calculadora

      Leva menos de um minuto. Os campos já vêm com um exemplo, é só trocar pelos dados da sua empresa.

      1. Preencha os dados da equipe

        Funcionários na escala 6x1: quantas pessoas trabalham hoje seis dias por semana.

        Salário bruto médio: o valor registrado na carteira, antes dos descontos.

        Benefícios: o que você paga por pessoa todo mês além do salário, como vale-transporte e vale-refeição.

      2. Escolha o regime da empresa

        Simples Nacional, MEI ou Lucro Presumido/Real. Se não souber qual é o seu, pergunte ao seu contador. A maioria dos pequenos negócios é Simples ou MEI.

      3. Escolha a fase da mudança e o tipo de operação

        Fase da mudança: a fase 1 reduz a jornada de 44 para 42 horas por semana, dois meses após a publicação da emenda. A fase 2 leva para 40 horas, um ano depois. Os valores sempre comparam com a situação de hoje, então vale testar as duas.

        “Preciso de gente todo dia que abro”: serve para loja, restaurante, farmácia e quem precisa de alguém presente todos os dias de funcionamento.

        “Só importa o total de horas”: serve quando o trabalho pode ser feito em qualquer dia, como escritório ou produção.

      4. Leia o resultado

        O número grande é quanto a mais a empresa gasta por mês no caminho mais barato.

        Os três caminhos comparam contratar mais gente, pagar hora extra ou absorver a mudança sem contratar, o que reduz a capacidade de atendimento.

        O repasse no preço mostra quanto os preços teriam de subir, em média, para cobrir esse custo. Ele só aparece se você informar o faturamento mensal.

      Exemplo: uma loja do Simples Nacional com 8 funcionários, salário de R$ 1.800 e R$ 450 de benefícios por pessoa, que precisa de gente todos os dias, na fase 1 (42 horas).

      A calculadora mostra que o caminho mais barato é a hora extra, com cerca de R$ 5.092 a mais por mês, ou 8,5% do faturamento de R$ 60.000. Contratar custaria R$ 5.796 por mês.

      Para ajustar os percentuais de encargos e o adicional de hora extra, abra “Ajustar premissas” no formulário. Para mandar o resultado a alguém, use “Enviar no WhatsApp” ou “Copiar resumo”.

      Perguntas frequentes

      O que é a escala 6x1?

      É o regime em que o trabalhador atua seis dias por semana e tem um dia de folga. Hoje a jornada máxima é de 44 horas semanais.

      O que muda com o fim da 6x1?

      A PEC 221/2019 garante duas folgas semanais, uma preferencialmente no domingo, sem redução de salário. A jornada máxima cai para 42 horas dois meses após a publicação da emenda e para 40 horas doze meses depois disso.

      Quando começa a valer?

      O Senado aprovou a PEC em 14 de outubro de 2026 e ela segue para promulgação. Os prazos contam a partir da publicação oficial da emenda constitucional, por isso a calculadora mostra as duas fases.

      Como a calculadora chega ao custo extra?

      Ela compara três caminhos: contratar mais gente (salário, encargos e benefícios de cada contratação), pagar hora extra (com adicional e encargos) ou absorver a mudança sem contratar, o que reduz a capacidade de atendimento. Mostra o mais barato entre contratar e hora extra e quanto isso pesa no preço.

      E para quem é MEI?

      Hoje o MEI só pode ter um empregado, então não consegue contratar uma segunda pessoa para cobrir a folga extra. Sobram a hora extra, absorver a mudança ou mudar de regime. A PEC permite que uma lei complementar crie regras de transição para MEI e pequenas empresas, e há propostas em discussão para mudar o limite de empregados, mas nada disso está definido.

      Serve para qualquer empresa?

      É uma estimativa para equipes de jornada fixa. Setores com regimes próprios, como saúde e segurança, e empresas de menor porte podem ter regras diferentes definidas em lei posterior. Os percentuais de encargos podem ser ajustados na própria calculadora.